Baixa do
generalismo
Substituídas por skills específicas.
Estudo de caso
Como posicionar design para sustentar volume, velocidade e qualidade, quando a execução se tornou mais simples que o julgamento.
Adoção de IA sem revisão de critérios gera falsa produtividade
DORA / Google Cloud 24
A IA entra no uso cotidiano
Image-to-code, review de acessibilidade, sugestão de melhorias etc.
Geração de componentes, protótipos completos, dashboards funcionais etc.
E2E Agentic design, geração e edição autônomas etc.
As expectativas do mercado sobre os times de tecnologia mudaram
De um lado, pesquisas indicam uma mudança brusca de comportamento, do outro o ponto final do debate sobre designers e código.
AI in Design 2026
Substituídas por skills específicas.
Outras disciplinas definindo experiência
Cada vez menos trocas ao vivo
Baixa perspectiva de longo prazo
O ciclo que afasta da IA
Um estudo chinês, Zhang et al., 2026, Acta Psychologica, identificou um comportamento cíclico que afeta a adoção da IA e o desenvolvimento dos designers.
Mesmo com as expectativas, ainda é difícil oficializar o que mudou
Poucas empresas já se sentem capazes de ancorar o uso de IA ao seu modelo de avaliação
AI in Design 2026
Construir bases para que as decisões de design que acelerem o time e antecipem riscos
Quando conseguimos descrever o subjetivo em código para a máquina, design passa a produzir com qualidade e em escala.
Para isso, é preciso reposicionar os times de Design. Acredito em três pilares:
Construir arquitetura de design eficiente para acelerar o tempo de entrega de artefatos
Elevar a régua técnica do time, construindo e buscando novos conhecimentos complementares.
Foco em iniciativas mais complexas uma vez que o time foi acelerado pela plataforma e seniorizado.
Decisões e critérios de design bem documentados, publicados e revisados como produto vivo
Uma decisão bem embasada precisa de dados, argumentos e critérios de sucesso claros, bem descritos e auditáveis.
Modelos e prompts não compensam a falta de critério. Afinal, critério é o alinhamento preciso de expectativas entre humano e máquina.
Conforme conhecemos mais sobre nosso cliente, os critérios vão mudando, vão variando ou até deixando de existir. Esse ganho de produtividade é o que acredito ser fundamental para Design sair da reatividade e voltar ao protagonismo.
Quando um designer escolhia aplicar um componente em um layout, não era eficiente documentar cada critério por trás da decisão, raramente existiria tempo hábil para a escrita e o consumo.
Num trabalho determinístico com IA, documentar e refinar cada critério é justamente o que eleva a qualidade da entrega e habilita a produção em escala.
Design passa a exigir mais habilidades
Para construir um time maduro e de alta performance temos que buscar skills e experiências complementares às que já temos.
Alavancagem
Conforme a plataformização avança, o olhar de experiência deve ser empregado em desafios mais complexos, e que geram mais valor para o cliente.
Times rápidos e autônomos também exigem critério de quem gere
O sucesso está no contexto e no critério
A tecnologia avançou o suficiente para que a disciplina deixe de importar. Os frameworks estão disponíveis e a máquina é mais eficiente que o humano.
Mas design ainda é sobre resolver problemas com empatia, escuta ativa, tom de voz e até atenção ao que não é dito.
Os softwares hoje já são menos requisitados do que a capacidade de navegar por diferentes contextos, mas nem todos têm clareza do que significa isso.
Eu vejo engenharia como role model, à frente em documentação, métricas de eficiência, plataformização, times com skills específicas, e senioridade comprovada em contextos complexos, não por menos, é a disciplina que carrega o uso eficiente de IA em várias empresas.
Na minha última experiência no QuintoAndar vivi parte do que compõe esse raciocínio.
Acredito nesse caminho. Ele presenteia esforço com autonomia.
Obrigado! Dúvidas?
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